Certa vez alguém me disse que eu podia falar o que eu quisesse, porque somos feitos de emoção mais do que de razão. Que até mesmo um alma que parece não se importar, se importa. E que ela agia assim por conta de algum príncipio errado. Confessando a vocês, eu acredito nisso até hoje. E é por isso que falo. E quando eu não falo, eu escrevo. E quando eu não escrevo, é porque não sei o que escrever e o sentimento escorre pelo canto dos olhos.
Sou emotiva assumida, mas gosto de dizer que estou em constante trabalho com isso. Não é muito legal ser assim... me machuco e dói mais do que queda de bicicleta! Mas eu prefiro ser assim, mostrar os meus sentimentos transparecidos e ter a ideia de que as pessoas tomarão mais cuidado comigo. Claro, nem sempre acontece isso. Mas tive o grande prazer de analisar e ver que quase não tenho queixas sobre o meu coração. Tenho aquelas reclamações corriqueiras, porém nada que se eu tivesse tempo para analisar a situação eu não evitaria.
Enfim, sou coração e amo quem seja também. No entanto, compreendo que nem todos são e que o mundo tá cheio desse desafeto. Mas isso não é motivo para deixamos quem precisa da gente de lado. Incendiemos então com o nosso jeito. É o meu apelo. É o que o meu coração diz.

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