segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Toca telefone, toca!

(trim trim) O telefone toca, mas não é somente ele que toca. O meu coração toca também, e toca um tambor digno das melhores baterias de escola de samba. Em milésimos de segundos penso em milhares de coisas. Eu não quero atender, mas atendo. Veja bem, não é que eu não goste de atender o telefone! Mas eu sinto tanto medo de ouvir aquilo que eu não quero. Atender o telefone tem seus prós e contras. Fico apenas com o "prós" desta ação.
  Quase não gosto de falar, prefiro ouvir. É meu isso, sempre foi assim. Eu até posso ter até algo muito importante para falar, mas prefiro ouvir. Gosto de guardar bem o tom da voz da pessoa, me faz vê-la na minha frente! É um momento mágico realmente.
  "Gosto de sua voz", eu disse. E gosto mesmo. É calma e firme ao mesmo tempo. Aqui vai uma dica: espero todos os dias a tua ligação, mas não me cobre que eu fale ou demore a atender. É uma rotina, se eu mudo alguma parte, perco o rumo das coisas.
    

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