domingo, 22 de setembro de 2013

Mais que um otorrinolaringologista, Ele é Deus!

  Boa noite, meus queridos. Como vão? Hoje venho abordar um assunto que tenho certeza, que todos vocês já passaram. Quem de vocês começou uma trajetória onde tudo começou bem, mas com uma piscada de olhos, tudo começou a ficar mais difícil e doeu quando não conseguimos (por um instante) atravessar essa ponte dolorosa? Contarei o que aconteceu comigo para melhor compreensão.
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 No dia 05 deste mês, eu fui ao hospital fazer um exame que se chama 'Endoscopia Nasal." Eu tenho adenoide, e comecei a fazer exames para ver qual o grau deste probleminha. A endoscopia foi o primeiro deles. Quando eu saí de casa, eu estava calma. Já tinha me informado como era mais ou menos, porém eu sou cria de São Tomé, tive que ir até lá para ver como era realmente. Quando cheguei, comecei a ficar mais tensa. As palavras da minha amiga começaram a surgir, dizendo que doía, porém tentei me acalmar ao máximo. Sem êxito
  Não demorou muito, fui chamada por uma jovem médica, a Priscila. Ela super calma, com aquele sotaque do sul que é a-pai-xo-nan-te, me recebeu super calma. Mas adivinha: eu não estava para conversa. Sentei na cadeira onde faria o exame, e comecei a apertar os braços da mesma. Apertava tanto, que a Priscila ia sempre conversando comigo para me acalmar. Quando ela começou, não doeu nada. Porém, não foi tão maravilhoso como iniciou. Comecei a querer espirrar, a tossir, a querer tirar as mãos da médica de minhas narinas, até que começou (verdade!!! começou por livre espontânea vontade -não) a sair lágrimas de minhas pupilas já transtornadas com tudo aquilo. Comecei a chorar mais desesperadamente, até que acabou! A Priscila começou a me confortar, me pediu desculpas, e eu também (porque acabei espirrando nela), mas ela irreverente, falou que todo mundo da otorrinolaringologia gostava de meleca. E que tava tudo bem, que eu faria realmente uma cirurgia para a extração desta pequena carne. Saí de lá aliviada, mas pensativa no que ela tinha dito.
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Fiquei pensando que por muitas vezes trilhamos um caminho em que achamos que tudo dará certo, que será como sonhamos. E por muitas vezes nos decepcionamos com o que pode vir acontecer. Porém, é preciso que a gente passe por esta tribulação confiante que quem está no barco junto com nós, é o próprio Filho de Deus. E por isso, não devemos ter medo, pois Ele é aquele que acalma a tempestade. E por que não, a nossa turbulência? (Lucas 8,22-25)



Devemos ter fé nessas horas, confiar no Amado que deu a Sua vida por mim, por você, por nós. As vezes toda a nossa volta está uma meleca só, tudo bagunçado, triste, sem esperança. Mas no fim, meu querido, há um Cirurgião capaz de tirar qualquer empecilho que possa atrapalhar a nossa respiração, o nosso conforto
 Confie! Jamais deixe de confiar Naquele que tem poder para fazer tudo!.



Paz e Bem!

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