Começou a andar com gente estranha - não que ela já não andava com gente muito diferente dela- mas agora, ela começou a praticar coisas estranhas. Os colegas da escola, sempre depois da aula, iam para o bar beber. E ela começou a beber também. Nunca gostou daquelas bebidas, mas queria se enquadrar em um "grupo". As atitudes dela em casa, já não eram as mesmas. Tudo estava mudando.
Demorou um tempo para ela se "ligar" e cair na real, que nada daquilo era dela. Nada daquilo era o que ela queria. E tiveram que acontecer muitas coisas ruins, para ela finalmente se lembrar de quem ela era. A volta, foi muito difícil. As noitadas do fim de semana, teve que acabar. E não foi fácil, ela já estava habituada áquela vida indesejada do presente. Foi difícil, mas ela conseguiu. Ela conseguiu achar em meio a angústia de lembrar de quem ela era, um Deus que a abraçou. Um Deus que a consolava na hora da aflição.
Essa menina, encontrou em Deus quem ela queria ser. Encontrou alguém para se espelhar. Ela pode encontrar n'Ele, alguém que não queria enquadrá-la em meio nenhum. Alguém que a acolhia mesmo na pobreza da alma. E você? Se identifica com a menina? Se sim, você não precisa passar pela mesma coisa que a menina passou. Você não precisa se submeter à algo em que, muitas vezes você não concorda. Você não precisa do mundo. Você só precisa, de Deus.

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